domingo, 23 de setembro de 2018

Sigo em prol da frequência dos sonhos sobre o travesseiro.
Em prol da paz de uma alma livre..
Desenrolando o emaranhado de nós na garganta,
até chegar na preciosa simplicidade.
Na proa de um grande navio,
sinto a brisa do mar e o vento puro no rosto.
Logo avisto o paraíso,
dentro da lente de uma luneta.
Não há âncoras.
Só velas, uma bússola,
e uma pilha de livros convenientes.
Não tem trama, nem trauma, nem trilha..
De alma leve e peito aberto.
Despido, pelas corredeiras do pai celestial.
Cercado pela natureza nativa,
exalando seu perfume silvestre.
Remando com esse corpo ainda saudável.
Agradeço,
Recomeço se preciso,
Descanso, e prossigo...
Olho pros lados só pra atravessar as ruas.
Sigo Adiante..
Pelo amor, pela fé, por mim!
Por nós.
Sem mais, nem menos..
vai fora,
não cabe.
(Ramon Paes)

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