Sem espaço pra ser, tô querendo fugir.
Me despir desta armadura..
dessa loucura que me deixa são.
Como um balde de água gelada
jogado em minhas fantasias,
me acordam pro pesadelo.
Interrompendo dolorosamente
o encanto de minhas ficções.
(Mon-rá)
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Continuemos...
Nos afogamos em piscinas vazias,
machucamo-nos com murros em pontas de facas.
Estávamos Vendados pela ignorância ,
Continuemos...
Traumas, mágoas, sentimentos de culpa também nos habitaram
Neuroses, complexos
companhias com idéias inconvenientes,
amordaçaram nossos pensamentos.
Continuemos;
Ficamos isolados, deprimidos
decepcionados ao nos vermos no espelho daquela forma.
Choramos ao ver no retrato antigo
aquele sorriso alegre no rosto ainda adolescente;
Continuemos..
Dias incríveis apareceram, com pessoas boas
Pessoas gostosas e evoluídas.
Noites terríveis ocasionalmente marcam presença, aterrando-nos.
Pequenas partes da melancolia ainda nos visitam de vez em quando.
Nos apeguemos no lado bom, não boicotemos o ruim
deixa ele vagar por aqui..
Já sabemos bem o que somos e o que queremos.
Continuemos...
Já fomos julgados e condenados pelos nossos erros
nos entregaremos quantas vezes for preciso.
Mas hoje não tem o porquê,
Pois hoje somos inocentes.
e estou orgulhoso em ver estes diplomas em nossas mãos
diplomas de pessoas decentes.
Continuemos..
(Ramon Paes)
Nos afogamos em piscinas vazias,
machucamo-nos com murros em pontas de facas.
Estávamos Vendados pela ignorância ,
Continuemos...
Traumas, mágoas, sentimentos de culpa também nos habitaram
Neuroses, complexos
companhias com idéias inconvenientes,
amordaçaram nossos pensamentos.
Continuemos;
Ficamos isolados, deprimidos
decepcionados ao nos vermos no espelho daquela forma.
Choramos ao ver no retrato antigo
aquele sorriso alegre no rosto ainda adolescente;
Continuemos..
Dias incríveis apareceram, com pessoas boas
Pessoas gostosas e evoluídas.
Noites terríveis ocasionalmente marcam presença, aterrando-nos.
Pequenas partes da melancolia ainda nos visitam de vez em quando.
Nos apeguemos no lado bom, não boicotemos o ruim
deixa ele vagar por aqui..
Já sabemos bem o que somos e o que queremos.
Continuemos...
Já fomos julgados e condenados pelos nossos erros
nos entregaremos quantas vezes for preciso.
Mas hoje não tem o porquê,
Pois hoje somos inocentes.
e estou orgulhoso em ver estes diplomas em nossas mãos
diplomas de pessoas decentes.
Continuemos..
(Ramon Paes)
domingo, 5 de maio de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
A depressão me rodeia, na minha porta ta batendo, Eu não atendo, não quero mais perder meu tempo. Quando estou mal comigo mesmo, eu me rendo, cansei de me torturar enfiando a cabeça nesse balde cheio de coisas inúteis. Relaxo, viajo e me reencontro. Sigo equilibrando os lados pra não perder o controle; o controle emocional, pois o meu corpo é uma mera marionete da minha consciência.
(Mon-rá)
(Mon-rá)
terça-feira, 12 de março de 2013
Fico vidrado em poemas, em canções.. Sou viciado em filmes, misturo eles com doritos e coca-cola. Adoro a simplicidade, extraio prazer dos pequenos detalhes. O café matinal, o jornal virtual, a música no rádio, me interessam. A vida pra mim é um dia, a felicidade é um conjunto de dias tranquilos. Vivo pelo amor e confio no meu sentimento.
(Mon-rá)
(Mon-rá)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Pesadelos..
Suado, assustado, meio desnorteado,
Lavei o rosto, respirei fundo e relaxei
Foi apenas um sonho ruim, acordei.
“Calma filho, foi só um pesadelo”
(Mon-rá)
Lavei o rosto, respirei fundo e relaxei
Foi apenas um sonho ruim, acordei.
“Calma filho, foi só um pesadelo”
(Mon-rá)
Um Amor Puro
Faltava tu do meu lado
embaixo do edredom,
Tomando coca-cola
e comendo bombom.
No inverno como era bom,
descalços de moletom,
caminhando na praia sem destino algum..
Num Barzinho a beira mar a luz de vela,
um solitário violeiro tocava uma linda canção.
"Um Amor Puro", de Djavan, amostra grátis da emoção,
dei cinco pratas pro couvert, virei seu fã.
Entorpecido de amor, vendo você sorrir
sem pensar no passado, e o futuro tava ali.
Curtindo no presente, o presente que recebi.
Entre os goles do cálice de vinho tinto suave
e os leves beijos em teus lábios mornos e adocicados;
estive no céu quando dançamos abraçados.
Era uma simples quarta-feira, gelada e pacata
e se transformou em uma incrível noite,
dominada pelo amor, e nada mais,
nada mais me importava, naquele refúgio.
Sereno refúgio da realidade caótica
na extrema paz espiritual..
(Mon-rá)
embaixo do edredom,
Tomando coca-cola
e comendo bombom.
No inverno como era bom,
descalços de moletom,
caminhando na praia sem destino algum..
Num Barzinho a beira mar a luz de vela,
um solitário violeiro tocava uma linda canção.
"Um Amor Puro", de Djavan, amostra grátis da emoção,
dei cinco pratas pro couvert, virei seu fã.
Entorpecido de amor, vendo você sorrir
sem pensar no passado, e o futuro tava ali.
Curtindo no presente, o presente que recebi.
Entre os goles do cálice de vinho tinto suave
e os leves beijos em teus lábios mornos e adocicados;
estive no céu quando dançamos abraçados.
Era uma simples quarta-feira, gelada e pacata
e se transformou em uma incrível noite,
dominada pelo amor, e nada mais,
nada mais me importava, naquele refúgio.
Sereno refúgio da realidade caótica
na extrema paz espiritual..
(Mon-rá)
Vou Achar..
Vou Achar..
Não consigo achá-lo
Já procurei por todos os cantos, e nada.
Só vejo rastros, algumas pegadas.
Pequenos vestígios de sua presença.
Encontrei uma foto antiga na bagunça das gavetas.
Tentei conter as lagrimas, não deu.
Vou construir uma casa para ele.
Cuidarei dele mesmo que ele não esteja por perto.
Sei que ele esta voltando, mas Ainda não o enxergo.
Já faz tanto tempo que ele desapareceu.
Mas tenho certeza que não morreu..
Vou achá-lo nem que eu leve a vida inteira procurando.
Quem é ele?
Não sei bem, Costumo chamar de eu.
(Ramon Paes)
Não consigo achá-lo
Já procurei por todos os cantos, e nada.
Só vejo rastros, algumas pegadas.
Pequenos vestígios de sua presença.
Encontrei uma foto antiga na bagunça das gavetas.
Tentei conter as lagrimas, não deu.
Vou construir uma casa para ele.
Cuidarei dele mesmo que ele não esteja por perto.
Sei que ele esta voltando, mas Ainda não o enxergo.
Já faz tanto tempo que ele desapareceu.
Mas tenho certeza que não morreu..
Vou achá-lo nem que eu leve a vida inteira procurando.
Quem é ele?
Não sei bem, Costumo chamar de eu.
(Ramon Paes)
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